Nos passados dias 17, 18 e  19 de julho de 2009 realizou-se o acampamento de agrupamento.

O  acampamento realizou-se na “bouça do Carvalhal”.

Na sexta – feira dia 17 iniciou-se o acampamento com as devidas chegadas dos escuteiros juntamento com as suas montagens.

Sabado dia 18, cada secção juntamente com os seus chefes foram para as suas actividades.  Á noite como é habitual realizou-se o Fogo de Concelho onde todos os escuteiros participaram.

Domingo dia 19, ultimo dia  do acampamento, todos colaboraram nas arrumações dos respectivos campos, dando assim o fim de 3 dias de grande alegria, de grandes actividades, e de grande ESCUTEIRISMO.

 

Aqui estão presentes algumas fotos do Acampamento.

M.A

Realizou-se no passado dia 20 de Março uma conferencia organizada pelo agrupamento 131 no âmbito das comemorações dos 50 Anos, com o tema, “Escutismo que futuro”. Tivemos a presença do chefe nacional, do chefe regional do chefe de núcleo como conferencistas. Estiveram também presentes na mesa de honra o chefe de agrupamento, assistente de agrupamento e assistente de núcleo.

Estiveram presentes vários agrupamentos do núcleo, no entanto foi de lamentar a não participação da maioria dos agrupamentos.

            As comunicações foram de excelente qualidade e serviram acima de tudo para avaliar o estado actual do CNE e os projectos futuros.

O bloger do clã.

M.A

Nunca me canso de recordar estas fotos. Um espirito como a muito não via no clã. Faço votos que assim continue para que valha a pena todos os sacrificios.

Divirtam-se…

Ora viva a todos. 

Este ano o nosso acantonamento foi em Madrid. Sim Madrid, a capital espanhola. Contra muitas indecisões e duvidas lá conseguimos com as nossas actividades reunir o orçamento necessário para a estadia e viagem. Para muitos foi a primeira viagem de avião. Ainda bem, que esta experiencia foi no CNE. Não mais de esquece.

No dia 20 de Fevereiro de 2009 lá fomos nós para o aeroporto do Porto à procura da aventura do que nos esperava numa cidade daquela dimensão e apenas com o plano de actividades no bolso. A viagem de 50 minutos até Madrid correu lindamente. Em seguida lá fomos nós para o metro. Que grande metro!!! Ao fim de 3 transbordos de linhas lá chegamos a ultima estação. Ainda tinhamos de percorrer mais 500 metros até ao hotel, depois foi “despejar” as malas e partir à procura do primeiro restaurante que encontramos, tal era a fome. E que fome…

Um belo passeio nocturno pelas artérias de Madrid e a zona comercial proximo do hotel deram para ter uma noção do movimento desta cidade mesmo durante a noite.

Sábado, lá partimos nós para o centro historico. Andamos aprox. 13 km nas ruas proximas do palacio real. Durante o dia visitamos: Plaza Maior, Palacio Real, Catedral de Almodena, Calle Maior, Plaza do Sol, Grand via, Jardim do Prado, Museu do Prado e Parque del Retiro. Um dia em cheio.

Salientamos a visita ao interior do Palacio Real. Verdadeiramente espantoso. A sala do trono é sem palavras. Só visto. O final de tarde no Parque del Retiro, junto ao lago com o por do sol ao fundo é verdadeiramente estimulante. Dá-nos uma paz de espirito fantastica. A repetir certamente.

No domingo lá regressamos nós a Portugal, cheios de orgunho de termos cumprido a nossa promessa e em 50 Anos de Agrupamento, sermos os primeiros a ter coragem de partir para um país e uma cidade tão distante.

Melhor do que palavras são as imagens.

Para o futuro, não sabemos…. voltar a repetir a experiencia? Depende da disponibilidade de cada um em acreditar desde o inicio até ao final da actividade e o regresso a casa, no sucesso do projecto que se envolvem.

Aqui ficam algumas imagens. (Parte 1)

Chf.Marco

A actividade “PORTO ANTIGO DOS TRANSPORTES E COMERCIO” realizou-se no dia 22 de Novembro de 2008. O destino foi as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia.

O objectivo desta actividade foi conhecer alguns dos meios de transporto do inicio do século XX e o comercio dominante nesta zona.

Com inicio da viagem no transporte do século XXI (Metro de superfície – Vila do Conde à Vila Nova de Gaia), alternando em seguida para uma viagem de num Barco de Turismo no Rio Douro, em seguida uma visita ao Museu do Vinho do Porto, Museu dos Transportes e Museu do Carro Eléctrico com uma viajem no eléctrico da cidade, desde a ribeira até à reitoria.

Evitando o transporte de automóvel, esta actividade contribuirá para um melhor ambiente.

Foi um belo dia passado nas duas cidades entre o Rio Douro, usufruindo dos museus e paisagem tão perto de nós e e que na muitas vezes nos passam despercebidas.

Uma ambiente de amizade e camaradagem de alegria e companheirismo, sempre vivido no espirito do caminheiro.

Este será foi o inicio de um ano de 2008-2009 com inumeras actividades que se pretende levar a efeito.

LINKS

O Museu do Carro Eléctrico abriu as suas portas ao público em 1992 para rapidamente se afirmar, pela raridade das suas colecções, como um dos mais relevantes museus de transportes da Europa. Actualmente, o Museu do Carro Eléctrico dispõe de uma colecção notável de 21 veículos sobre carris dos mais variados tipos, desde carros eléctricos, carros de apoio à tracção eléctrica e atrelados que abrangem toda a história dos transportes públicos na cidade do Porto desde os seus primórdios em 1872 até aos inícios da década de 1960, constituindo um dos museus mais visitados da cidade do Porto.

 

 

MUSEU DO VINHO DO PORTO

 

 

O Museu do Vinho do Porto explora a relação entre a actividade comercial da cidade, em especial o comércio do vinho do Porto, e o desenvolvimento da própria cidade. Localizado na marginal do Rio Douro, no rés-do-chão do edifício dos “Armazéns do Cais Novo”, encontra-se próximo do Centro Histórico do Porto, integrando-se num eixo privilegiado de museus, monumentos e instituições culturais de interesse. O espaço ocupado pelo museu, com aproximadamente 600 metros quadrados, funcionou já em tempos como armazém de vinhos provenientes do Alto Douro,sendo por isso um espaço por excelência para a localização do Museu do Vinho do Porto

MUSEU DOS TRANSPORTES

O Museu dos Transportes e Comunicações (MTC), instalado junto ao Rio Douro, no emblemático edifício da Anfândega Nova do Porto, tem por missão a divulgação da história dos transportes e de diferentes meios de comunicação. A requalificação e valorização do edifício, a cargo do Arquitecto Souto de Moura, bem como a preservação da sua memória, constituem igualmente vertentes fundamentais da sua missão. O sentido de um espaço cultural na cidade do Porto, como o MTC é validado pelo papel actuante e educativo que desempenha, bem como pelo carácter lúdico-pedagógico que com ele se articula, funcionando como espaço de formação de públicos e propondo bases para uma cidadania plena.

  Aqui ficam algumas das mais belas imagens.

 

 

http://www.douroazul.com/douroazul.php?pag=cruzeiro_programa&t=0&id=870

http://museu-carro-electrico.stcp.pt/

http://www.cm-porto.pt/gen.pl?sid=cmp.sections/224

 

 

MUSEU DO VINHO DO PORTO

 

 

 
 
 
 

 

 

 

 

 

No passado dia 5 de Julho de 2208 no ambito da actividade de caminheiros inserida no acampamento de agrupamento desse verão, realizou-se uma visita às paisagens de Vila do Conde organizada pelo CMIA e CIBIO, orientada pela Arquitecta Teresa Andresen.  Vários elementos da IV Secção do Agrupamento de Escuteiros da Junqueira, deslocaram-se de bicicleta até ao CMIA de Vila do Conde onde em seguida e de autocarro percorreram várias freguesias do concelho de Vila do Conde. Visitando locais emblemáticos do concelho, assim como pormenores da sua historia. De entre vários locais, refere-se o Mosteiro de Santa Clara, Caminhos de Santiago, Monte Crasto em Vairão e o Calvário do Santuário de Santa Eufémea.

O texto completo da visita pode ser lido em http://cmia-viladconde.blogspot.com/search?updated-max=2008-10-01T02%3A38%3A00-07%3A00&max-results=50 da autoria do CMIA. Assim com algmas imagens do mesmo blog.

Em seguida algumas fotos obtidas pelos nossos caminheiros na parte da tarde em Vila do Conde e Povoa de Varzim, onde percorremos a marginal e algum trilhos de bicicleta muito interessantes.

Realizou-se no passado dia 23 de Fevereiro a habitual actividade de acantonamento do nosso agrupamento em comemoração do dia de BP.Este ano, fomos para realizar o percurso pedestre (PR7 – Trilho de S. Bento) em São Bento da Porta-Aberta no concelho de Terras do Bouro.Um percurso de pequena rota (PR) mas com um índice de dificuldade física, bastante exigente.A nossa estadia foi numa casa de montanha da freguesia da Caniçado. Um excelente local, que recomendamos.

Em breve o report completo da actividade, neste mesmo post.Aqui vão algumas fotos.

In: http://www.cm-terrasdebouro.pt/trilhos/trilhos.htm

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Uma vez mais o Clã do Agrupamento 131 esteve preente na abertura do Ano Escutista de 2007/2008 realizado na cidade de Vila do Conde.

Aqui apresentamos algumas fotos do dia de domingo.

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O Clã.

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A actividade do clã que se realizou no ambito do acampamento de Agrupamento no dia 7 de Julho de 2007, foi a de percurrer o trilho pedestre (PR9 – Trilho dos Canos de Água) localizado no MOnte de Santa Luzia em Viana do Castelo. Aqui apresentamos algumas fotos do clã neste fim de semana muito interessante.

Salientamos a passagem da imagem da Nossa Senhora pelo nosso Agrupamento, que serviu de momentos de reflexão para todos os escuteiros.

O Trilho da responsabilidade dos Amigos da Chão, foi inaugurado em 27 de Julho de 2003. Um local a revisitar.

http://percursos.no.sapo.pt/

Nome: PR 9 – Trilho dos Canos de água
Local: Serra de Santa Luzia – Viana do Castelo
Tipo de percurso: Paisagístico / panorâmico / histórico
Distância: 10,2 Km.
Duração: 3 horas
Grau de dificuldade: Baixo
Pontos assinaláveis: Canos de água, S. Mamede, Aldeia velha, Alto do Frade, Citânia de Stª Luzia
Marcação no terreno: Segundo as normas da FPC, cores amarela e vermelha
Nota importante: O PP desenrola-se inteiramente em caminhos da natureza do domínio público
Carta militar: Folha 40; Escala 1/25.000

PR8 – Trilho dos Canos de Água
Descrição do Percurso

A cidade de Viana do Castelo orgulha-se da panorâmica que se desfruta do alto de Santa Luzia, local de onde a vista se espraia pelo vale do Rio Lima, no término da sua viagem ao encontro do oceano Atlântico, ou sobre a orla costeira e o verde das veigas, delimitado pelo branco das areias.

Este PR tem assim o seu início em frente do templo, junto do painel referente ao percurso, que deverá ser de consulta obrigatória.
Inicie o percurso, seguindo ao longo do muro que ladeia a estrada no sentido N até junto de uma casa em ruínas, local de onde parte um caminho florestal por onde terá de seguir.

Desça ao longo deste caminho, sem desvios, até chegar junto de dois arcos pedra – Arcos do Fincão. Por cima deles passam canos de água, captada em minas da serra que continuam ainda hoje a abastecer depósitos de Viana.

Após passar sob o primeiro destes arcos, vire à direita no sentido N, e o percurso segue por cima do cano, até encontrar outro arco, no qual, pelo lado de baixo e junto ao pequeno ribeiro (seco no Verão), poderá ver um pequeno moinho e a entrada de uma antiga mina de água rasgada na rocha.

Retome o percurso, por cima do cano, sob denso arvoredo, até encontrar uma pequena “casinha da água”. Existe um desvio para a direita de acesso a nova mina de água, que poderá visitar.

Continue o percurso junto da “casinha da água” ,no sentido NE e não deixe de observar o tipo de construção destes canos.
Um pouco mais acima, após ligeira subida, cruze um estradão. Continue sobre o cano até atingir um novo estradão, junto de um pequeno pontão sobre um ribeiro, local em que poderá ver (abaixo à esquerda) as ruínas da “Azenha Velha” e, em tempo de chuva, uma queda de água.

Volte ao estradão, siga em frente no sentido N, até atingir a estrada em alcatrão. Siga ao longo da mesma para a direita (E), até atingir o pequeno mas castiço lugar de S. Mamede, que pertence à freguesia de Areosa, com a sua capelinha onde no mês de Agosto se realiza a Festa do Mel.

Continue ao longo da estrada, atravesse o lugar e verá abaixo, sobre o lado esquerdo, um ribeiro com um pequeno pontão que terá de atravessar, seguindo entre muros, até junto de ruínas, que indicam o local da “Aldeia Velha”, origem do povoado de S. Mamede.
Se quiser, siga o caminho para a esquerda, continue até encontrar uma bifurcação para a direita, entre muros carregados de musgo, até chegar ás ruínas de uma antiga capela (supõe-se ter sido este local um retiro de monges)

Volte atrás à bifurcação e siga em frente até atingir a estrada em alcatrão. Vire à esquerda e suba até novo cruzamento. Vire à esquerda e caminhe ao longo da estrada alcatroada, até outro cruzamento de estradas, onde inverte o sentido de marcha seguindo por estradão em terra batida.

Passará junto do marco geodésico da “Bouça do Frade” continuando até chegar ao “Alto do Frade”, onde no edifício aí abandonado, esteve para ser instalado um posto de controle aéreo durante a 2ª Grande Guerra – Casa do Radar (casinha dos aviões). Daqui poderá desfrutar de uma vista panorâmica sobre a cidade de Viana e o vale do Rio Lima.

Agora o estradão desce de forma mais acentuada, sempre entre denso arvoredo, até atingir a estrada de alcatrão, por onde vai seguir, virando à esquerda. Mais à frente, junto a nova bifurcação, vire à direita e siga um caminho em terra, até à casa florestal da “Carreira de Tiro”, local onde existe miradouro com vista sobre o mar.

O percurso segue agora ao longo da estrada em alcatrão, passando junto ao edifício da carreira de tiro. Mais à frente, terá de abandonar a estrada , e seguir um trilho assinalado para a direita, que o vai levar até à torre do depósito de água para a cidade.
Desça depois à estrada principal calcetada em paralelo onde vira à esquerda, passando junto da “citânia de Santa Luzia”. Conhecida localmente por “Cidade Velha”, é um dos castros mais conhecidos do Norte de Portugal e sem dúvida um dos mais importantes para o estudo da proto-história e romanização no Alto-Minho.

Continue em frente até chegar à zona do templo, final deste percurso.

Caso disponha ainda de algum tempo, não deixe de subir ao escadório, até ao zimbório da basílica, para desfrutar de uma vistas mais belas de Portugal.
 

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Data:  19 de Fevereiro de 2005

No trilho do Ave…..  

Na manhã solarenga do dia dezanove de fevereiro, por volta das oito horas, quase todo o agrupamento de escuteiros da Junqueira estava na sede para partir, para um acantonamento de dois dias (sábado e domingo). Os lobitos iriam acantonar para Vieira do Minho, os exploradores para Vila das Aves, os pioneiros para Ponte da Barca, e os caminheiros para Guilhofrei uma freguesia de Vieira do Minho. A actividade dos caminheiros tinha como objectivo, uma visita à nascente do rio Ave, na Serra da Cabreira, com o intuito de fazer uma pesquisa sobre o rio Ave desde a nascente, até à foz, em Vila do Conde.Antes de saírem da sede os caminheiros tiveram uma breve reunião, para formar as equipas, e ouvir conselhos e pedidos que nos fazia o chefe de agrupamento; após esta breve reunião fomos distribuídos por cinco carros particulares e seguimos para Guilhofrei (Vieira do Minho). Quase chegados a Guilhofrei, por volta das onze horas, encontramo-nos com o chefe do agrupamento de escuteiros de Guilhofrei (o agrupamento 1004), o qual nos encaminhou, para a sede do seu agrupamento a fim de nos instalarmos e prepararmos para outra viagem, desta vez à nascente do rio Ave, a partir daqui o nosso percurso passava a ser pedestre. Na sede do agrupamento de Guilhofrei, houve uns preparativos para a caminhada, que incluía uma troca de roupas e a preparação de algo para transporte do almoço. Deixamos a freguesia de Guilhofrei a bordo de uma carrinha conduzida pelo chefe do agrupamento de Guilhofrei que nos transportaria à nascente do rio Ave.Não fomos propriamente à nascente tal como estava planeado, pois era dia de caça, e havia muitos caçadores na zona, o que fazia o nosso percurso ser perigoso, daí que ficámos numa zona mais segura e que fazia parte da nascente, onde havia um ponte romana e vários bancos e mesas em pedra para piqueniques, curiosamente também havia dois grelhadores adaptados a uma pedra (houve quem comentasse, que foi pena não sabermos de tal, se não até fazíamos ali uns petiscos). Foi nesse preciso local que almoçamos e que recolhemos uma amostra da água, para a nossa pesquisa, que consistia em comparar a água da nascente do rio Ave com a da foz. Essa zona em que ficámos seria o nosso ponto de partida do percurso pedestre, onde acompanharíamos uma parte do percurso do rio Ave, que se chamava a rota dos moinhos, por haver muitos moinhos ao longo do rio, alguns mais intactos que outros.O percurso ao longo do rio Ave era acidentado, mas com uma belíssima paisagem e inigualável, que se estendia ao longo de todo o percurso, onde pudemos contemplar a beleza da fauna e da flora, que o rio Ave nos demonstrava. Até era difícil de imaginar, como é que seria possível um rio com uma nascente tão bela e com uma água cristalina, pudesse acabar numa foz tão poluída como é a dos nossos dias.Ao fim de várias horas de percurso pedestre, ao longo do rio, chegámos a um local onde subimos uma pequena encosta, menos acidentada, onde pudemos contemplar o rio visto de “cima”; continuámos a caminhar, admirando a paisagem á nossa volta, que ia desde as aves, vales e montes verdejantes sendo alguns com gado a pastorear, enormes penedos ao longo dos montes, e energias eólicas, uma alminha. Até que chegámos a uma outra freguesia de Vieira do Minho, chamada Lamêdo, aqui cruzamo-nos com alguns dos habitantes locais, pedindo-lhes que nos indicasse o caminho de volta a para Guilhofrei, seguindo as indicações dos habitantes, chegámos a Guilhofrei por volta das dezoito horas; passando por outras freguesias, onde avistámos capelas, casa antigas, espigueiros, rebanhos, etc. Uma vez na sede do agrupamento de Guilhofrei, descansamos, houve quem se deslocasse ao centro desportivo para tomar um duche, e preparar-se para o jantar, num restaurante local, que ficava em frente ao local onde estávamos hospedados. Findo o jantar, regressámos à sede do agrupamento de Guilhofrei a fim de relatar a aventura e distrairmo-nos um pouco. Por volta das onze horas da noite, cada um foi dormir .A alvorada do dia vinte de Fevereiro, foi ás sete da manhã, para nos preparamos para a missa local, que era ás sete e meia da manhã, apesar de um enorme esforço lá nos dirigimos á igreja de Guilhofrei. No fim da missa, tomámos o pequeno-almoço num café local, seguindo depois para a sede do agrupamento de Guilhofrei, para preparar a partida para nossa sede. Pouco antes de partir tivemos um breve reunião, sobre a próxima actividade a realizar, que seria á foz do rio Ave para recolher outra amostra de água, ficando assim concluída a nossa pesquisa; e despedimo-nos, agradecendo a hospitalidade ao chefe de agrupamento de Guilhofrei, com a promessa de lá voltarmos. Antes de sairmos de Guilhofrei, parámos na barragem do Ermal, para uma última despedida com uma foto de “família”.Uma vez chegados á nossa sede, convivemos um pouco com os outros colegas escuteiros que tiveram destinos diferentes dos nossos, relatando as nossas aventuras, também houve outra reunião, desta vez só as equipas de caminheiros onde ensaiamos uma pequena canção.   

O Clã    

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